365jogosparazerar:

Jogo número: 38
Nome do jogo: The Last of Us
Plataforma: PS3
Gênero: Third-Person Shooter, Action/Adventure, Survival Horror
Ano de lançamento: 2013
Desenvolvedora/Produtora: Sony/Sony
Horas gastas no jogo: 18h
Nota: 10
Comentários: O jogo que me fez comprar um PS3. Fiz as honras com o console com esse jogo, e só posso dizer que vai ser difícil algum outro game da biblioteca do PS3 me agradar tanto quanto este.
The Last of Us é perfeito em todos os sentidos, o jogo mexe com seu emocional te dando um soco na cara logo nos primeiros minutos, e a partir dali você só acompanha a história de Joel e mais pra frente da Ellie da maneira como se estivesse assistindo um filme ou uma série. É um enredo fantástico, sem exageros, que faz algumas produções de Hollywood do ano de 2013 parecerem piada. 
A trilha sonora encaixa muito bem com o cenário pós-apocalíptico, que diga-se de passagem também está perfeito, com gráficos que mostram o poder real do PS3. Você acredita que está vivendo naquele mundo, isso é o mais importante, e você quer participar desse mundo, por mais horríveis que as coisas estejam lá (isso não seria legal se você estivesse lá pra valer, mas ok)
Falando um pouco da jogabilidade, ela é a única coisa que nos faz lembrar que ainda estamos num jogo e não num filme, algumas coisas podem tirar um pouco da realidade de tudo, como a Ellie passar na frente do inimigo e ele não notar (ele só vê você), mas isso era algo que a Naughty Dog disse que não podia lidar. Isso não tira a perfeição do jogo, digamos que The Last of Us perde 0,5 na nota por isso, mas como ele tinha ganhado 10,5 com o resto, ainda está com a nota máxima.
Concluindo, tenho o meu jogo preferido do ano do PS3 e um dos meus preferidos da vida toda. E creio que ele seja forte concorrente a jogo do ano, e levará caso GTA V não abocanhe essa.

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Jogo número: 38

Nome do jogo: The Last of Us

Plataforma: PS3

Gênero: Third-Person Shooter, Action/Adventure, Survival Horror

Ano de lançamento: 2013

Desenvolvedora/Produtora: Sony/Sony

Horas gastas no jogo: 18h

Nota: 10

Comentários: O jogo que me fez comprar um PS3. Fiz as honras com o console com esse jogo, e só posso dizer que vai ser difícil algum outro game da biblioteca do PS3 me agradar tanto quanto este.

The Last of Us é perfeito em todos os sentidos, o jogo mexe com seu emocional te dando um soco na cara logo nos primeiros minutos, e a partir dali você só acompanha a história de Joel e mais pra frente da Ellie da maneira como se estivesse assistindo um filme ou uma série. É um enredo fantástico, sem exageros, que faz algumas produções de Hollywood do ano de 2013 parecerem piada. 

A trilha sonora encaixa muito bem com o cenário pós-apocalíptico, que diga-se de passagem também está perfeito, com gráficos que mostram o poder real do PS3. Você acredita que está vivendo naquele mundo, isso é o mais importante, e você quer participar desse mundo, por mais horríveis que as coisas estejam lá (isso não seria legal se você estivesse lá pra valer, mas ok)

Falando um pouco da jogabilidade, ela é a única coisa que nos faz lembrar que ainda estamos num jogo e não num filme, algumas coisas podem tirar um pouco da realidade de tudo, como a Ellie passar na frente do inimigo e ele não notar (ele só vê você), mas isso era algo que a Naughty Dog disse que não podia lidar. Isso não tira a perfeição do jogo, digamos que The Last of Us perde 0,5 na nota por isso, mas como ele tinha ganhado 10,5 com o resto, ainda está com a nota máxima.

Concluindo, tenho o meu jogo preferido do ano do PS3 e um dos meus preferidos da vida toda. E creio que ele seja forte concorrente a jogo do ano, e levará caso GTA V não abocanhe essa.

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Jogo número: 37
Nome do jogo: Super Meat Boy
Plataforma: PC
Gênero: Rhythm 
Ano de lançamento: 2010
Desenvolvedora/Produtora: Team Meat/Steam
Horas gastas no jogo: 13h
Nota: 9
Comentários: Jogo de Plataforma 2D old-school que te desafia ao máximo ao longo de mais de uma centena de níveis, com uma jogabilidade quase impecável, podendo se usar diferentes habilidades de outros personagens jogáveis (se você os habilitar) e com uma trilha sonora fantástica e que te empolga a continuar tentando. Esse é Super Meat Boy. Só cuidado para não passar raiva com a dificuldade do jogo.

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Jogo número: 37

Nome do jogo: Super Meat Boy

Plataforma: PC

Gênero: Rhythm 

Ano de lançamento: 2010

Desenvolvedora/Produtora: Team Meat/Steam

Horas gastas no jogo: 13h

Nota: 9

Comentários: Jogo de Plataforma 2D old-school que te desafia ao máximo ao longo de mais de uma centena de níveis, com uma jogabilidade quase impecável, podendo se usar diferentes habilidades de outros personagens jogáveis (se você os habilitar) e com uma trilha sonora fantástica e que te empolga a continuar tentando. Esse é Super Meat Boy. Só cuidado para não passar raiva com a dificuldade do jogo.

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Jogo número: 36
Nome do jogo: Trine
Plataforma: PC
Gênero: 2D Platformer, 3D Platformer, RPG
Ano de lançamento: 2009
Desenvolvedora/Produtora: Frozenbyte/Nobilis
Horas gastas no jogo: 10h
Nota: 8
Comentários: Enredo clichê que mais serve como justificativa do que história, visual bonito e agradável aos olhos, combate que poderia ser mais polido, trilha sonora cativante e gostosa de se ouvir e com puzzles que não te deixam com raiva mas que te desafiam. Esse é Trine, um jogo de plataforma 2D com gráficos em 3D e com toques de RPG, que não é excepcional mas te diverte.

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Jogo número: 36

Nome do jogo: Trine

Plataforma: PC

Gênero: 2D Platformer, 3D Platformer, RPG

Ano de lançamento: 2009

Desenvolvedora/Produtora: Frozenbyte/Nobilis

Horas gastas no jogo: 10h

Nota: 8

Comentários: Enredo clichê que mais serve como justificativa do que história, visual bonito e agradável aos olhos, combate que poderia ser mais polido, trilha sonora cativante e gostosa de se ouvir e com puzzles que não te deixam com raiva mas que te desafiam. Esse é Trine, um jogo de plataforma 2D com gráficos em 3D e com toques de RPG, que não é excepcional mas te diverte.

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Jogo número: 35
Nome do jogo: Red Dead Redemption
Plataforma: Xbox 360
Gênero: Third Person Shooter
Ano de lançamento: 2010
Desenvolvedora/Produtora: Rockstar/Rockstar
Horas gastas no jogo: 40h
Nota: 10
Comentários: Perfeição. Só esse adjetivo que posso dar para Red Dead Redemption. 
Confesso que nunca gostei do gênero sandbox, em que o jogador tem total liberdade para fazer o que quiser dentro do jogo. Sim, sempre virei a cara para GTA.
Mas comprei RDR por um motivo: Velho Oeste americano. A única referência que eu tinha dentro dos jogos de Western era Sunset Riders, do SNES (que já está listado no Tumblr), e apesar de eu virar a cara para GTA, sei da qualidade dos jogos da Rockstar e sabia do que ela podia fazer com RDR. E não me decepcionei. Trilha sonora fantástica, enredo fantástico, personagens fantásticos, e particularmente: Ambientação fantástica, com cenários perfeitos. Nada melhor do que cavalgar ao por do sol no deserto do México, meus amigos. 
Não tenho o que falar de mal desse jogo. Abriu minha vida os jogos sandbox, porque se eu fui feliz jogando RDR, com certeza não deixarei meu preconceito me privar de jogar mais jogos fantásticos como esse.
Nota: Serei mais breve nos comentários a partir daqui, me alongando apenas em jogos que merecem

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Jogo número: 35

Nome do jogo: Red Dead Redemption

Plataforma: Xbox 360

Gênero: Third Person Shooter

Ano de lançamento: 2010

Desenvolvedora/Produtora: Rockstar/Rockstar

Horas gastas no jogo: 40h

Nota: 10

Comentários: Perfeição. Só esse adjetivo que posso dar para Red Dead Redemption. 

Confesso que nunca gostei do gênero sandbox, em que o jogador tem total liberdade para fazer o que quiser dentro do jogo. Sim, sempre virei a cara para GTA.

Mas comprei RDR por um motivo: Velho Oeste americano. A única referência que eu tinha dentro dos jogos de Western era Sunset Riders, do SNES (que já está listado no Tumblr), e apesar de eu virar a cara para GTA, sei da qualidade dos jogos da Rockstar e sabia do que ela podia fazer com RDR. E não me decepcionei. Trilha sonora fantástica, enredo fantástico, personagens fantásticos, e particularmente: Ambientação fantástica, com cenários perfeitos. Nada melhor do que cavalgar ao por do sol no deserto do México, meus amigos. 

Não tenho o que falar de mal desse jogo. Abriu minha vida os jogos sandbox, porque se eu fui feliz jogando RDR, com certeza não deixarei meu preconceito me privar de jogar mais jogos fantásticos como esse.

Nota: Serei mais breve nos comentários a partir daqui, me alongando apenas em jogos que merecem

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Jogo número: 34
Nome do jogo: Guitar Hero
Plataforma: PS2
Gênero: Rhythm 
Ano de lançamento: 2005
Desenvolvedora/Produtora: Harmony/Red Octane
Horas gastas no jogo: 4h
Nota: 7,5
Comentários: Não muito tempo atrás, os jogos musicais viraram febre. E o responsável por tudo isso foi Guitar Hero, que fez jogadores que nunca tocaram uma guitarra de verdade se sentirem como o Steve Vai, só que tocando um réplica de plástico.
Não dá pra negar que um jogo em que você “toca” clássicos do rock como Ace of Spades, Smoke on the Water e Bark at the Moon não vai ser ruim. Mas o jogo não vai muito além disso, e as funcionalidades ainda estavam simples demais, coisas que só melhoraram nos títulos posteriores. Você termina o modo principal rapidamente e logo o jogo servirá apenas para você jogar com os amigos. 
Para jogadores casuais, o jogo é perfeito, para os que jogam de verdade, restar apenas as ocasiões especiais não é o suficiente.

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Jogo número: 34

Nome do jogo: Guitar Hero

Plataforma: PS2

Gênero: Rhythm 

Ano de lançamento: 2005

Desenvolvedora/Produtora: Harmony/Red Octane

Horas gastas no jogo: 4h

Nota: 7,5

Comentários: Não muito tempo atrás, os jogos musicais viraram febre. E o responsável por tudo isso foi Guitar Hero, que fez jogadores que nunca tocaram uma guitarra de verdade se sentirem como o Steve Vai, só que tocando um réplica de plástico.

Não dá pra negar que um jogo em que você “toca” clássicos do rock como Ace of Spades, Smoke on the Water e Bark at the Moon não vai ser ruim. Mas o jogo não vai muito além disso, e as funcionalidades ainda estavam simples demais, coisas que só melhoraram nos títulos posteriores. Você termina o modo principal rapidamente e logo o jogo servirá apenas para você jogar com os amigos. 

Para jogadores casuais, o jogo é perfeito, para os que jogam de verdade, restar apenas as ocasiões especiais não é o suficiente.